Arquivo mensal: junho 2011

Homem expulso do Paquistão por gritar “Jesus” em mesquita afirma: “Xuxa vê gnomos e eu que sou questionado por falar com Jesus”

Rodrigo Morto Cubek (na foto abaixo), 30, o brasileiro que gritou “Jesus” e “Virgem Maria” em uma mesquita do Paquistão, interrompendo uma oração de 40 mil pessoas, está chateado com as insinuações na imprensa de que tem problema mental.
Ele escreveu uma “nota de esclarecimento” à imprensa no qual diz estar em sua plena razão e reafirmou ter contato direito com o filho de Deus.

“A verdade é que Nosso Senhor Jesus Cristo, em sua infinita humildade, rebaixou-se ao ponto de falar com esta simples criatura que sou eu, no interior do meu coração”, disse na nota.
Explicou que a comunicação com Jesus ocorre pelo fenômeno “locução interior”. “Conheço outras pessoas que receberam o mesmo dom de Deus, podendo citar o meu falecido tio Dilceu.”
Ele se considera injustiçado porque a Xuxa, por exemplo, disse que vê gnomos e ninguém a questionou.
“Sem querer faltar com o respeito”, citou outros casos: a cantora Elba Ramalho teve contato com ETs, o escritor Paulo Coelho viu o diabo e muitas personalidades conversam com espíritos.
“Por que as pessoas podem ver gnomos, extraterrestres, espíritos de falecidos e, até mesmo, o próprio diabo e serem consideradas normais e respeitáveis, enquanto a minha sanidade mental é questionada pelo fato de eu dizer que Nosso Senhor Jesus Cristo já falou comigo?”
Ele disse que foi ao Paquistão, entre outros países islâmicos, mostrar aos muçulmanos o ícone da Virgem Maria porque Jesus prometeu livrá-lo do inferno.
Ao final da nota, Cubek reafirmou estar bem de cabeça. Disse trabalhar em uma empresa na qual é submetido anualmente a exames, e “os resultados sempre indicaram normalidade”.
Fonte: Paulopes

Jean Wyllys ameaça denunciar o Brasil a cortes internacionais por posições de religiosos contra homossexualidade!!

O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) diz que pode acionar as cortes internacionais, baseando-se em tratados de direitos humanos dos quais o Brasil é signatário, como resposta à “perseguição” sofrida pelos homossexuais por parte de fundamentalistas religiosos no país. Em Vitória para participar do primeiro seminário sobre Direito homoafetivo realizado pela Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Espírito Santo (OAB-ES), o deputado frisou que não se refere a toda a comunidade cristã, mas apenas parte dela.

“Se a perseguição sistemática aos homossexuais recrudescer por parte dos fundamentalistas religiosos – não me refiro à comunidade cristã como um todo, mas aos fundamentalistas, aqueles que usam a Bíblia para violentar a diginidade da pessoa humana – eu vou acionar as cortes internacionais. Porque o Brasil subescreveu tratados de defesa dos direitos humanos. Porque isso é violação de direitos, o que não podemos permitir”.
Sobre o projeto do Ministério da Educação (MEC) “Escola Sem Homofobia”, também chamado de Kit anti-homofobia, que foi suspenso pela presidente Dilma Rousseff (PT), Jean Wyllys diz que o Executivo cedeu à chantagem feita por deputados da chamada bancada evangélica, que não pediria explicações sobre o aumento do patrimônio do agora ex-ministro Antônio Palocci se a presidente cancelasse o kit. “Naquele momento o governo estava pressionado pela questão do ministro Palocci, que acabou caindo depois. Foi aí que os opositores da cidadania LGBT encontraram a brecha para chantagear o governo. O governo cedeu”.
Ainda sobre o Kit, o deputado rebateu as criticas de que o material a ser distribuído nas escolas pudesse ser um incentivo a que os estudantes se tornassem homossexuais. “O projeto não faz proselitismo e nem pode transformar ninguém. A orientação sexual de ninguém pode ser estimulada por meio de livro didático. Se fosse, eu seria heterossexual, porque todos os livros que eu estudei o incentivo era para ser heterossexual, mas minha sexualidade é homossexual”.
O coordenador da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Gustavo Bernardes, diz que a suspensão do “Escola sem homofobia” não significa que o governo federal não esteja preocupado com a homofobia nas escolas e que outros projetos são estudados.
O jornalista e cronista Jace Theodoro, que fez uma participação na abertura do seminário, diz que no Espírito Santo, como de forma geral no brasil, a homofobia e posições contrárias ao reconhecimento da união homoafetiva surgem da falta de informação. “Ninguém está falando sobre casamento na igreja, não queremos casar de véu e grinalda. Queremos apenas direitos civis, como partilha de bens e herança. Isso beneficia os homossexuais e não prejudica os heterossexuais”, afirmou.

Homossexualidade e pedofilia

Questionado sobre declarações do senador Magno Malta (PR-ES), que faz parte da bancada evangélica, o deputado do PSOL diz que o senador age de má fé.
“Chega a ser má fé do senador Magno Malta associar homossexualidade à pedofilia. Quem pratica largamente a pedofilia no Brasil são homens heterossexuais. As vítimas preferenciais são meninas. Os dados são do IBDFAN (Instituto Brasileiro dos Direitos da Família). As meninas são arrastadas para prostíbulos. Elas são abusadas por padrastos e até pelos pais”.
A assessoria do senador Magno Malta informou que o parlamentar não fala por má fé e sim com base em dados da CPI da Pedofilia, que foi presidida pelo próprio Malta.

Após pressão de Silas Malafaia e evangélicos, proposta pró-gay é retirada de votação na Câmara!!!

O deputado estadual do Rio de Janeiro Gilberto Palmares optou por retirar da pauta dessa segunda-feira, 6, a proposta de emenda constitucional (PEC) 23/2007 que inclui a orientação sexual entre as características pelas quais um cidadão não pode ser discriminado ou beneficiado, segundo a Constituição do Estado. O texto já tinha sido aprovado em primeira discussão no dia 25 de maio.

Mas, face à campanha encabeçada pelo pastor Silas Malafaia, que acusa a proposta de inconstitucionalidade e que pediu aos seus seguidores no Twitter e aos fiéis da Associação Vitória em Cristo (Avec) para enviarem emails aos deputados do RJ pedindo para não aprovarem o texto, o deputado optou por adiar a discussão da proposta. “Decidi retirar a PEC, porque, antes de ela entrar de novo em pauta, quero conversar com a bancada evangélica para explicar o meu real objetivo com esse texto”, explicou o parlamentar, em entrevista.
O deputado rebate as críticas do pastor Silas Malafaia, que comparou a PEC 23/2007 à PL 122, que criminaliza a homofobia: “A minha proposta não tem relação nenhuma com a PL 122. O propósito da PEC é evitar que mais homossexuais morram, como aconteceu recentemente em São Gonçalo”. Ele acrescenta que pretende marcar para a próxima semana uma reunião com os deputados evangélicos, para esclarecer toda a polêmica. “O pastor Silas Malafaia tem todo o direito a manifestar a sua opinião, mas eu quero deixar claro que não pretendo entrar nesse debate de discutir relação homoafetiva. O meu objetivo não é apenas que a proposta seja aprovada, é garantir direitos como meio de combate a agressões”, explica. Ele aproveitou para dar a sua opinião sobre a PL 122, que, segundo ele, não deve ser aprovada da maneira como está redigida. “Ninguém pode ser criminalizado por delito de opinião”.


Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/proposta-gay-votacao-pressa-silas-malafaia-evangelicos-20707.html
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